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A
Física Médica contribui para a efetividade
dos procedimentos de radiodiagnóstico,
procurando garantir a proteção radiológica
dos pacientes e profissionais
ocupacionalmente expostos, bem como
auxiliando no desenvolvimento e melhoramento
das técnicas de obtenção de imagens (por
exemplo, mamografia, tomografia
computadorizada, PET, SPECT, etc.).
Contribui, ainda, para o desenvolvimento de
técnicas terapêuticas (por exemplo,
implante de sementes radioativas, IMRT,
radiocirurgia, terapia com antipartículas,
etc.).
A Física Médica, cuida do controle
da qualidade da aplicação dessas técnicas
de terapia visando a proteção radiológica
do paciente e do pessoal ocupacionalmente
exposto, colabora com os oncologistas no
planejamento dos tratamentos e monitora os
procedimentos e equipamentos de tratamento,
de modo a assegurar que a dose prescrita
pelo radioterapeuta seja fornecida, com a
maior precisão possível, ao volume alvo e
que os tecidos sadios sejam preservados ao máximo.
As linhas de pesquisa desenvolvidas no
Instituto de Radioproteção e Dosimetria na
área de Física Médica são as seguintes:
I. Medidas "in vivo" em terapia e
diagnóstico;
II. Controle da qualidade de procedimentos e
equipamentos em radioterapia, radiodiagnóstico
e medicina nuclear;
III. Cálculo de blindagens;
IV. Novas tecnologias utilizadas em
radioterapia e medicina nuclear (IMRT, Próton-terapia,
Antiproton-terapia, PET, SPECT, etc.);
V. Física aplicada ao diagnóstico
(Fractais, difração de raios-x, etc.);
VI. Avaliação da qualidade da imagem;
VII. Avaliação das doses nos profissionais
ocupacionalmente expostos.
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