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Exposições médicas, ocupacionais e do público em medicina nuclear

Exposições médicas, ocupacionais e do público em medicina nuclear

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Lidia Vasconcellos de Sá - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Currículo lattes

Daniel A. Baptista Bonifácio - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Currículo lattes

 

Objetivos gerais

Como característica das técnicas de medicina nuclear, o uso de fontes não seladas traz algumas peculiaridades quanto às exposições envolvidas. A introdução de novos radioisótopos, emissores gama, beta ou alfa, com energias distintas, tornam a manipulação, a administração e o atendimento aos pacientes uma área a ser estudada e otimizada quanto às exposições decorrentes. A geração de rejeitos sólidos e líquidos, sua segregação, acondicionamento e descarte, estão diretamente relacionados ao meio ambiente. Dessa forma, as exposições do público relacionadas ao meio ambiente tanto quanto exposições advindas do contato com pacientes tratados, devem ser adequadamente estudadas. Com respeito às exposições médicas, o uso de técnicas que envolvam radiação, tanto para diagnóstico quanto para tratamento, visam o benefício do paciente e são, portanto, justificadas. Porém, a otimização das atividades administradas, o controle de qualidade dos radiofármacos, os estudos de biodistribuição em órgãos específicos, o controle e calibração dos equipamentos, entre outros, são atividades necessárias para garantia da proteção dos pacientes. O estabelecimento de níveis de atividade em diagnóstico no Brasil é, sem dúvida, uma das prioridades na área. Os organismos internacionais recomendam que cada país estabeleça valores de atividades para cada protocolo de exame, relacionados com as características dos pacientes e com o parque tecnológico instalado.

No Brasil são seguidos protocolos de outros países, sendo necessária a devida adequação às condições específicas de nossa população. A dosimetria clínica, outra área onde o país ainda caminha vagarosamente, deve ser abordada. Estudos de biocinética e o uso de simuladores físicos e computacionais são ferramentas de trabalho importantes para o desenvolvimento de técnicas otimizadas e seguras de tratamento e, ainda, imprescindíveis quando do desenvolvimento de novos radiofármacos. Simulações por Monte Carlo têm desempenhado um papel importante nessa dosimetria. Dentre essas ferramentas, uma das mais utilizadas hoje é o pacote de códigos de transporte de radiação Geant4, objeto de estudo do grupo, aplicado a terapias já consagradas como o tratamento de tireóide com iodo-131 e de tumores neuroendócrinos com lutécio-177, como terapias ainda em desenvolvimento.

 

Linha de pesquisa

 

Proteção radiológica, controle de qualidade, simulação por Monte Carlo, novas tecnologias

 

Grupo de pesquisa

 

Pesquisa em Física Médica

 

Pesquisadores envolvidos

 

Lidia Vasconcellos de Sá, Daniel A. Baptista Bonifácio

Áreas de concentração na pós-graduação do IRD

Física Médica, Biofísica das Radiações, Metrologia

 

Estudantes

 

Rommel Barbosa, Gustavo Costa, Rafael Figueiredo Pohlmann Simões, Daniele Santos de Sousa, Nilton Correa, Nádia Cardoso, Cássio Miri

 

Duração

 

2010
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